Demo Site

OS MILAGRES

O milagre é uma intervenção livre de Deus, fora do curso normal da natureza. (Santo Tomás de Aquino)
A parapsicologia possui uma divisão específica para casos que transcendem os fenômenos humanos. São chamados de fenômenos Supranormais, sobrenaturais - SN - (milagres).
O cientista não pode ver a Deus atuando. A divindade e as conseqüências religiosas dos fatos, não são objeto direto da ciência.
Esta se limita aos aspectos fenomenológicos, aos fatos. Determina também, o ambiente e o contexto histórico, como um aspecto a mais dos fatos.
A parapsicologia estuda as características e ambiente em que ocorrem os milagres.
Com esse estudo se chegou a conclusões fantásticas.
Tal verificação científica demonstra que os prodigiosos fenômenos sobre-humanos, SN, ocorrem, única e exclusivamente, num contexto religioso-divino-cristão-católico.
Os Milagres são, pelo seu contexto, a assinatura (prova) de Deus para toda sua doutrina. Não são favores particulares de Deus em sua essência ( é claro que acaba sendo para quem recebe); mas num sentido amplo e que vale para toda a humanidade, são as provas irrefutáveis da existência de Deus e sua assinatura para toda sua doutrina.
Cada aspecto da doutrina está confirmada por milagres através da História. Por exemplo: a Eucaristia - confirmada por muitos milagres eucarísticos.
Poderíamos descrever a parapsicologia, como um dos ramos da ciência que estuda o incomum.
E que interessa muito à religião por dois motivos: primeiro, porque muitíssimas religiões fundamentam-se nestes fenômenos, sem jamais tê-los estudado. Segundo, para se ter uma religião racional, culta.
Robert Amadou, padre melquitamaronita (católico), que é parapsicólogo, define a Parapsicologia como o estudo dos fundamentos, verdadeiros ou falsos, de todas as religiões. Podemos dizer que é um estudo dos milagres verdadeiros ou falsos. A partir desse estudo sobre milagres, a ciência comprovou que os únicos fenômenos supranormais verdadeiros, os ditos milagres, só ocorreram em ambientes do antigo judaísmo e no mundo católico.
Após o cisma ou reformas protestantes, os milagres cessaram nos ambientes cismáticos e protestantes, enquanto na Igreja Católica eles continuaram em profusão. Os racionalistas, principalmente no século XIX, organizaram uma campanha mal intencionada, arrastando multidão de pessoas cultas, inclusive teólogos protestantes (chamados liberais) e católicos (modernistas). Deturparam caluniosamente até a definição de milagre, como se fosse violação, suspensão ou derrogação das leis da natureza. A maioria dos "especialistas" (?) acreditam hoje que essa falsa definição é a verdadeira, e por tão crasso erro opõem-se ao milagre.
Na realidade, até o senso comum popular sabe que milagre é um fato no nosso mundo devido à intervenção de uma força sobrenatural. O milagre, por essência, não tem explicação natural. Tem que ser superior às forças da natureza. Por ser fato observável pertence às Ciências de Observação. O conjunto dos ramos da ciência que estudam o maravilhoso chama-se parapsicologia.
E por ser devido a um agente sobrenatural interessa à teologia.
Antes da pesquisa, o milagre poderia, hipoteticamente, dever-se a demônios, espíritos, fadas, deuses... "A gosto do consumidor". Após as pesquisas – hoje podemos dizer: – comprovou-se que milagres só acontecem em ambiente – religioso divino.
Mais: sucessivamente só em ambiente judaico antigo, depois
cristão até a separação de protestantes e cismáticos; depois só em ambiente católico.
Neste ponto há descobertas muito significativas. Por exemplo, na
incorrupção verdadeira de cadáveres (diferente de mumificação, saponificação, congelamento, etc, etc); na Catedral de Canterbury (anglicanos) há um cadáver incorrupto; e muitos cadáveres incorruptos na antiga Rússia (cismáticos). Mas todos esses cadáveres são de santos antes do protestantismo e do cisma!
Depois continuou havendo muitos incorruptos, só no catolicismo... Concretamente o "Dom de línguas". No dia de Pentecostes São Pedro falou, ao mesmo tempo, 18 línguas diferentes. Ou nenhuma. Ou uma só. Mas foi entendido, cada um na sua própria língua, por milhares de pessoas. Milagre. Ambiente divino. Daí se deduz que Deus é o autor.
Nunca em nenhum outro ambiente, em nenhuma parte do mundo, em nenhuma época, alguém falou ao mesmo tempo nem sequer duas línguas.
O que pode ocorrer é o fenômeno parapsicológico humano chamado xenoglossia. Por esta faculdade, uma pessoa pode falar uma língua estrangeira – ou várias línguas sucessivamente - sem nunca tê-las aprendido conscientemente. Deve-se à memória total e faculdades de adivinhação inconscientes.
Causa forte impressão, mas é fenômeno natural. Todos os apóstolos falavam o dia inteiro as línguas e dialetos das regiões que visitavam. São Vicente Ferrer pregava o dia inteiro em todos os inumeráveis dialetos da Europa do século XV, etc.milagres. Há outros muitos tipos de milagre: revitalização de mortos; reparação instantânea com recuperação de substâncias óssea, muscular... (até pernas inteiras após anos de cortadas e enterradas); cura instantânea e definitiva da gangrena; cura de cegueira por atrofia ótica ou mesmo falta do olho; multiplicação de alimentos; tempestades do mar instantaneamente acalmadas, etc. Fenômeno por fenômeno, a Parapsicologia conhece hoje os limites naturais, superados imensamente pelo milagre ou poder divino. Muitos e claríssimos milagres.
Comprovou-se que a finalidade do Milagre é sempre e principalmente confirmar e fundamentar a fé racional na única Revelação e religião verdadeiras.
Invocando o nome do Senhor
Ao verdadeiro cientista, ao observador dos fatos, uma circunstância logo chama a atenção, antes mesmo de debruçar-se na análise dos próprios milagres. No Antigo Testamento, os fazedores de milagres jamais pretenderam fazê-los por uma força própria ou usando as forças da natureza: invocavam o nome de Iahweh - oração de petição - e a Ele atribuíam os Milagres. Os textos são inumeráveis. Por exemplo:"O povo murmurou contra Moisés... Moisés clamou a Iahweh e Iahweh lhe mostrou... pois Eu sou o senhor que te ama" (Ex 15, 24-26) Exatamente igual os apóstolos e discípulos. Oram antes de "realizar" o milagre: "Pondo-se de joelhos, orou" (At 9,40). Invocam o nome de Jesus para realizar os milagres: "Senhor, até os demônios (doenças internas, que na época eram mais misteriosas e difíceis de abordar) se nos submetem em Teu Nome" (Lc 10-17); "Sabei todos vós, assim como todo o povo de Israel: é pelo nome de Jesus Cristo Nazareno..., é por Seu Nome e por nenhum outro" (At 4,10). E a mesma circunstância se observa em todos os "fazedores de milagres" (quem realiza é Deus) ao longo da história. Jesus pelo contrário, nunca orou para realizar um milagre, fazia-os pelo Seu próprio poder, porque "Eu e o Pai somos um" (Jo 10,30).
Menos na revitalização de Lázaro, quando antes, Jesus orou e agradeceu ao Pai, mas "digo isto por causa da multidão que me rodeia, para que creiam que Me enviaste". (Jo 11- 42)

Mistérios da Bíblia

Professor lança livro sobre fenômenos paranormais


Psicólogo defende o estudo do tema como ciência e divulga o resultado de 35 anos de pesquisa.
Comunicação telepática entre pais e filhos, casais, e irmãos gêmeos. Clarividência e premonições. Projeção astral, transe e hipnose. Os poderes mentais realmente existem? Na tentativa de desvendar os mistérios da paranormalidade, o professor e mestre em Psicologia Joston Miguel mergulhou nos estudos e, depois de 35 anos de pesquisa, publica o livro O domínio da mente superconsciente: parapsicologia aplicada à vida diária, no qual analisa, por exemplo, os sonhos premonitórios de 17 pessoas que desistiram de embarcar no Titanic após anteverem o naufrágio.
Hipnólogo, pesquisador e parapsicólogo com especialização na Universidade de Nova Iorque, Joston Miguel desmistifica o assunto e lança sua obra nesta sexta-feira, 5 de junho, na palestra Fenômenos paranormais revisitados, que acontece às 19h no auditório do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares (Ceam), no prédio Multisuso I. “Os fenômenos paranormais são realizações muito significativas que aparentam ser fantásticas, supranormais e até espirituais. Ainda há muita resistência da Psicologia em reconhecer a paranormalidade como ciência”, critica o professor, que prepara uma demonstração de hipnose com a plateia.
Segundo ele, apenas as pessoas sensíveis e pré-dispostas a ter a experiência conseguem se deixar levar pela técnica indutiva. “Existe muita fantasia e mentira em torno da hipnose, que nada mais é do que uma comunicação emocional com o outro”, diz. A pessoa hipnotizada, por exemplo, é capaz de enxergar em preto e branco uma foto que é colorida porque há um alto grau de indução e persuasão.
Na palestra, Joston Miguel explica ainda a diferença entre os três tipos de fenômenos paranormais. Os psigamas estão relacionados à consciência, como a telepatia, a clarividência e a visão a distância. Os psicapas são aqueles em que há domínio da mente sobre a matéria, como a cura e as cirurgias psíquicas. Já os fenômenos psiteta exteriorizam as energias e são responsáveis por materializações e projeções astrais, também conhecidas como saídas do corpo.
O professor é um dos fundadores do Núcleo de Estudos dos Fenômenos Paranormais, criado há 20 anos na UnB, e diz que já foi comprovado cientificamente que o estímulo da glândula pineal, que fica no cérebro e também é chamada de epífase, aumenta o acesso às ondas energéticas e gera maior percepção e consciência. “As novas experiências em Física Quântica deram importantes contribuições e foram responsáveis por colocar consciência na ciência”, aponta.
Para o professor Álvaro Luiz Tronconi, coordenador do Núcleo de Estudos dos Fenômenos Paranormais, o assunto ainda é alvo de más interpretações e visto com preconceito, principalmente, por grupos religiosos. “É importante questionarmos os paradigmas e desvendar uma área que ainda não é entendida por outras ciências”, enfatiza. Ele explica que as habilidades mentais se manifestam em estados modificados de consciência e trazem grande volume de informações.
Em sua terceira obra, Joston Miguel descortina o potencial da mente humana que permaneceu envolto em uma atmosfera de preconceito e desconfiança durante décadas. Ele também é autor dos livros A escola misteriosa, que reúne romances de tratamentos em psicoterapia comportamental, e Um adepto na ilha, que traz um diálogo espiritualista e responde dúvidas sobre carma, reencarnação, leis humanas e espirituais.
Joana Wightman - Da Secretaria de Comunicação da UnB - http://www.unb.br

0 comentários:

Cemitério na Praia

Existem fatos inexplicáveis que seriam difícil até de enumerar nesse relato. O que se segue não é um conto - é um fato de muitos que ocorreram e ocorrem nessas bandas.A cidade de Japaratinga, em Alagoas, tem várias praias belas, e hoje se tornou 'point', com várias pousadas - algumas delas de padrão internacional. Veraneio nesses ermos desde início da década de 80 do século passado - quando digo "ermos" não é por acaso. No início do loteamento, apenas cinco casas eram de veranistas, e as moradias de pau-a-pique dos moradores nativos eram espaças e isoladas no coqueiral, cujo único acesso ainda é uma estrada de barro batido e com quase nenhuma iluminação durante as noites.Pois bem: o antigo cemitério da localidade foi abandonado devido ao avanço do mar, que adentrou no cemitério, desfazendo antigas tumbas, tanto suntuosas quanto paupérrima.No verão de 87, éramos adolescentes em busca de novas emoções. Várias vezes fomos alertados por nossos pais para respeitar os costumes e sentimentos locais quanto ao velho cemitério abandonado. Mas, vocês sabem, a curiosidade matou o gato. Durante a noite, saíamos de carro dizendo ir ao vilarejo - o problema é que o local em questão fica a meio caminho do povoado, então...Sempre nos desafiávamos a permanecer no centro do cemitério por cinco minutos sem correr do 'spot' determinado, ou remover algo de um sepulcro recente para provar o "feito de bravura". Com efeito, nesse ano tivemos uma das maiores ressacas dos últimos tempos, o que castigou bastante o combalido campo-santo. Na manhã seguinte, fomos constatar os efeitos da arrebentação das ondas sobre o terreno.Parecia um campo de ossos - caixões semienterrados na barreira, pélvis, clavículas, costelas, vértebras e tudo quanto se faz necessário para montar um esqueleto espalhava-se pela areia da praia. Mas faltava o principal: Crânios. Vasculhamos a palmo a palmo e nada... As meninas, mais afoitas - acredite quem quiser - debruçavam-se sobre os restos e cascavilhavam em busca do "troféu". Tanto fizeram, que conseguiram.Estava na água rasa, deve ter rolado da barreira e ido parar lá no mar. Tinha um tom castanho de osso velho e apresentava a dentição perfeita num sorriso eterno, um fato raro, que não chamou a atenção naquele momento. Voltamos triunfantes, mas temerosos, pois se nossos responsáveis descobrissem - adeus praia por vários dias.Fomos até a casa de nossa valente arqueóloga, os pais estavam no Recife, escondendo o dito-cujo debaixo do armário dela.Quando a noite avizinhou, os problemas começaram. Resolvemos "brincar" com o copo e descobrir o nome do usuário da peça furtada. No início era só risadagem, sustos intencionais e nada do copo reagir. Cansados da brincadeira nos levantamos para beber água e apreciar alguns quitutes. Foi quando ouvimos claramente uma espécie de brinde - de copo batendo em copo - vindo da sala. Voltamos.O mais absoluto silêncio havia se instalado. Depois de alguns segundos começamos a nos acusar e rir - "...pensa que me pega nessa...", "...ha, foi você...". Do grupo inicial de doze restaram apenas sete querendo ir adiante com a sessão. Reiniciamos com a pergunta básica: "Têm alguém aí", "Você é de luz ou da escuridão". E o copo não se manifestava. Desistimos da concentração e começamos a conversar - e então o caldo entornou...Nossa amiga começou a chorar compulsivamente e a falar coisas desconexas "...desculpa, desculpa, desculpa...", "...deixa...", "...não, eu prometo..." - ríamos da pantomima: "quem ela pensa que pega com esse show...ha,ha,ha,ha,ha..." De súbito, ouvimos o uivar característicos dos coqueiros açoitados pelo vento forte. As janelas de madeira de ficha rangiam com a pressão, a areia penetrava pelas frestas, a luz ficou fraca deixando tudo amarelado e penumbroso - nos amontoamos no canto da sala, só ela permanecia sentada à mesa, naquela lamúria. BLAMMM - a janela abriu-se depois do estalar do ferrolho.Para total pavor - daqueles que tiveram coragem (ou insensatez) de continuar com os olhos abertos - estava prostrado um vulto em frente à janela, era uma noite escura, mas aquela sombra conseguia enegrecer ainda mais o ambiente. Pasmados, vimos nossa amiga parar de soluçar, levantar-se, ir até a janela, parar por um segundo defronte ao vulto e fechá-la. O vento cessou de imediato e luz ficou forte novamente, levantamos e fomos ampará-la, pois estava cambaleante. Perguntamos o que ela tinha presenciado e antes de fechar os olhos exaustos disse firme: "ele quer a cabeça de volta!".

Autor: Jaime Alheiros


Aparição de Virgem Maria no Texas

Devotos passaram a cultuar uma assadeira após cozinheiras de uma escola no Texas encontrarem imagem similar a de Virgem Maria na base da mesma. Céticos dizem que se parece mais com uma mancha aleatória disforme.Mas, após tentativas fervorosas de removê-la falharem, rumores de uma aparição divina se espalharam e agora peregrinos aglomeram-se em um santuário provisório em devoção a Santa.Guadalupe Rodriguez, funcionária da cantina que primeiro viu as marcas disse: "Na terceira lavagem comecei a olhar tentando descobrir o que era, me pareceu que era a Virgem Maria".A aluna Anel Vila disse: "Me disseram que a Virgem estava na cafeteria, Eu corri pra lá para ver, Meu Deus era a Virgem. Eu chorei quando a vi com meus próprios olhos".A diretora, Lyda Guerrero disse: "Acho que alguém estava nos vigiando. Acho que alguém está vigiando esta comunidade, este distrito escolar e esta escola".Um novo santuário foi armado agora, no lado de fora de uma casa de um membro da associação de pais e mestres, mas outros clamam por sua custódia. No passado, a Virgem Maria já apareceu em sanduíches de queijo na Flórida, em uma passagem subterrânea em Chicago e em uma bolha no chocolate em uma fábrica na Califórnia.

Kelley era uma menina de 7 anos que morava com seus pais em uma pequena casa (Não se sabe o nome do lugar de onde aconteceu o incêndio). Kelley era muito querida por seus pais e seus parentes, mas em um dia muito desagradável, seus pais tiveram que sair deixando uma moça tomando conta da casa e reparando a pequena Kelley. Durante a hora do jantar,ouve-se uma explosão na cozinha (Gás explodiu), a moça corre deixando a casa e some na floresta, Kelley, no seu quarto começa a gritar por socorro, que para seu azar, não havia vizinhos morando perto da casa. Kelley ficou presa em seu quarto pois a sala já estava em chamas e não tinha saída, já que não alcançava a janela de seu quarto que era muito alta. No entanto Kelley morreu queimada. Depois de algumas horas toda a casa já estava pegando fogo, a vizinhança surgiu durante o incêndio, um dos moradores volta correndo para sua casa para bater uma foto da casa no momento da desgraça. Os pais de Kelley voltam assustados com a notícia de que a casa estava pegando fogo. Estavam desesperados perguntando sobra filha, queriam entrar de qualquer jeito na casa, mas os vizinhos os agarravam bem forte para não acontecer acidentes mais graves. Os bombeiros chegam no local e começa o trabalho para conter o fogo. Eles acham o corpo de Kelley com queimaduras de 3º grau por todo o corpo já sem vida. A mãe de Kelley teve que entrar em contato com grandes psicólogos, o pai com algum tempo conseguiu superar. Os peritos disseram que estava fugindo gás da cozinha e por algum descuido acenderam algum fogo e explodiu (poderia ser o cigarro da moça que fora sumida). O mais incrível é que algumas pessoas, quando observam a foto, conseguem visualizar dois rostos no fogo. Os moradores que viviam no local do incêndio diziam que a foto mostra o rosto de Kelley acima, já o rosto mais abaixo (quase que não identificável) ninguém consegue explicar o que é, ou quem é.

CEMITÉRIO DE ESCRAVOS

Que histórias de assombrações habitam o imaginário de crianças e adultos, não é novidade.Entretanto, nunca imaginamos que aconteceria conosco. Tudo ocorreu em nossa fazenda no município de Carpina, no interior de Pernambuco. Essa fazenda está na família desde o tempo dos engenhos de cana-de-açucar, quando o sistema escravista ainda era dominante.O marasmo dos dias na fazenda era quebrado com longos papos sobre assombrações, até que um dia aconteceu o inesperado. Estávamos todos sentados no terraço; era tarde, quase meia noite, quando ouvimos gemidos de dor aterrorizantes. No começo, pensávamos ter sido apenas alucinações, até que nossa avó chegou. Estava apavorada, achando que algo de ruim havia acontecido com alguma de nós.Quando percebeu que todas estavam bem, lembrou de uma lenda antiga, contada pelo administrador da fazenda. Ele dizia que, em certas noites, um homem negro, muito alto e forte, usando roupas surradas, aparecia próximo ao matadouro da fazenda. E aquela não foi a única noite em que ouvimos os gemidos. Ainda durante aquelas férias, depois de uma noite em que os lamentos foram mais intensos, apareceu um boi morto, sem nenhum motivo aparente.Passado algum tempo, nossa avó resolveu construir uma piscina, entre a casa e o matadouro. Ao começarem as escavações, foram achadas varias ossadas humanas. Ficamos curiosas e resolvemos pesquisar sobre o passado da fazenda. Fomos falar com a pessoa mais velha da família: uma tia-bisavó. Essa nos contou que o local escolhido para ser construída a piscina era exatamente o lugar onde havia um cemitério de escravos!Mesmo sabendo da existência deste cemitério, resolveram construir a piscina. Depois que a piscina ficou pronta, os barulhos noturnos só pioraram. Além dos gemidos, barulho de correntes são ouvidos...
O comprador da imagem chamada "The Hands Resist Him" (não vou traduzir isso, entendam como quiserem), a comprou apenas para revender e a única coisa estranha que ele viu foi que após comprar o quadro recebeu mais de 35000 emails entre pessoas mandando ele jogar fora o quadro pois elas tinham tido problemas ao ver suas imagens até pessoas querendo comprar cópias impressas em termo-cera (um processo de impressão de alta qualidade que imita as telas a óleo). O quadro é uma pintura a óleo iniciada provavelmente em 1920 e terminada em 1965 segundo o novo comprador que é um negociador de arte. A mesma ainda não foi revendida pelo negociador mas tem sido vendidas cópias em termo-cera no tamanho de 91,5cm x 61cm mais 5cm de borda pelo preço de US$350. Para comprar entre em contato por hauntedpainting@aol.com.

Combustão Espontânea - Sra. M. H. Reeser

Será possível que um humano seja consumido em chamas como um pavio de velas em questão de minutos, sem motivo físico explicável? O caso mais famoso de conhecimento publico aconteceu na Petersburg, no dia 2 de julho de 1951. O carteiro levou um telegrama até a casa da senhora Mary Hardy Reeser, que morava sozinha num edifício aos sessenta e sete anos de idade. Ao tocar a maçaneta da porta, sentiu sua mão queimar. Assustado e com os dedos feridos, chamou a senhora que cuidava da portaria e uns operários que trabalhavam numa obra próxima, para que arrombassem a porta, a fim de salvar a dona da casa do que quer que estivesse acontecendo ali. O interior do apartamento apresentava um calor sufocante e tudo que era de metal era impossível de tocar pela alta temperatura.E , na cama, numa pequena área, os restos calcinados de um ser humano, seu esqueleto transformado em cinzas, o próprio crânio ficou reduzido a dez centímetros! Restou da dona da casa uma mancha negra no colchão. Aparentemente, as chamas consumiram somente a carne e ossos da senhora Reeser, como num forno crematório, sem danificar nada mais à sua volta. A alta temperatura do ar estourou vidraças e espelhos, deformou alguns objetos de plástico e fundiu as estearinas das bugias, e só. Os fusíveis não apresentavam sinal de curto circuito, e acabou por se atribuir a causa das chamas a um cigarro, situação bizarra, visto que todos sabiam que a senhora Reeser não era fumante.Nesta foto o que restou do corpo do Dr. John Bentley na morte por combustão espontânea, Pennsylvania, 1966. A chama devorou seu corpo em segundos e queimou somente o local onde estavaEm 1815, Mrs. John Rooney foi também encontrada reduzida a cinzas, em sua cadeira junto a uma mesa na sala de sua casa.Nenhum dos dois moveis ao seu redor sofreu os danos da carbonização.Mas nada se compara ao surpreendente caso que não ocorreu no silêncio e privacidade da solidão doméstica, e sim em plena luz do dia em um parque Búlgaro, sob a testemunha de várias pessoas que presenciaram esse nefasto espetáculo!Em 1924 várias pessoas passeavam pelas veredas de um parque, quando foram surpreendidas por uma estranha esfera azulada que dançava entre os arbustos. De repente , a luz tropeça para fora das folhagens, revelando perseguir um rapaz ,que de lá saiu cambaleando e tropeçando envolto na chama luminescente. Num instante e diante vários olhares estupefatos, o infeliz foi vítima de uma rápida deflagração, sendo consumido em poucos minutos.Trabalhadores limpam os restos carbonizados da Sra. M. H. Reeser, em 1951, Saint Petersburg, Flórida. Considerado o caso mais bem documentado de SHC reduziu às cinzas o corpo da vítima com exceção de um pé e do "crânio encolhido"( ficou do tamanho de uma laranja ).Na ânsia de desvendar as possíveis causas desse fenômeno hediondo, autores da Academia Francesa de Ciências atribuíram o fato à ingestão de álcool e à produção de gases combustíveis no processo da digestão, ou referente ao caso relatado na Bulgária, a um raio esferoidal, como um orb incandescente, formado de um plasma ou gás ozonizado capaz de cremar tecido orgânico. Mas a verdade é que nunca foi encontrada uma explicação satisfatória para o fenômeno que consome uma pessoa por uma chama que parece vir de seu próprio corpo e transformá-la em pouco mais que um monte ossos enegrecidos e pó .

A lenda do cavaleiro sem cabeça

Na Escócia, os membros do Clã MacLaine, do distrito de Lochbuie, evitam a todo custo andar pela estrada da região durante a noite. Eles temem encontrar um dito "cavalo espectral" conduzido por um cavaleiro negro sem cabeça, e ouvir seu tropel de cascos brilhantes e o tinir sinistros de rédeas. Dizem os moradores do local que esse cavaleiro anuncia mortes iminentes.O nome do cavaleiro é Ewen, que era filho e herdeiro do Chefe do clã MacLaine. Mas a inveja e ódio que sentia pelo pai, fez com que os dois caíssem em desgraça, e resolvessem as diferenças no Campo de Batalha de Lochbuie. Em 1538, os dois exércitos se encontraram e o filho acabou decapitado com um golpe de machado desferido por um dos seguidores de seu pai. Desde então, até hoje, muitas testemunhas afirmam ter visto e/ou ouvido Ewen, sem cabeça, em seu corcel negro, cavalgando para colher as almas dos Campos de Batalha.Reza a lenda também que esse mensageiro da morte teria tido um presságio dele próprio. Na noite anterior ao conflito, Ewen teve um encontro com a Fada Lavadeira (uma figura folclórica escocesa aparentada com a Bansidhe Irlandesa e a Bruxa da Baba Galesa). Na véspera dos combates, era sua lúgubre função lavar as roupas dos guerreiros que morreriam no combate.Ewen caminhava ao longo de um riacho quando viu a velha agachada à beira d'água, enxaguando uma pilha de camisas manchadas de sangue. Ele perguntou a ela se sua camisa estaria entre elas, e a resposta foi afirmativa. Ewen caindo no desespero, perguntou a velha se haveria algum jeito de reverter aquele prognóstico macabro. A velha disse que ele estaria livre da maldição se sua esposa, sem ser avisada, servisse manteiga para ele ao amanhecer. Mas a sorte não sorriu à Ewen, pois sua amável esposa não serviu manteiga na manhã seguinte. O infeliz mastigou estoicamente seu pão seco, rumando posteriormente para a batalha, sabendo que não retornaria.

Os animais podem prever a morte?

Os animais podem prever a morte?
Em julho de 2007, uma história fascinante surgiu no New England Journal of Medicine sobre um gato que podia "prever" as mortes de pacientes em uma casa de saúde várias horas antes deles morrerem. Oscar, um gato adotado pela equipe da Casa de Saúde e Reabilitação Steere em Providence, R.I., fez pelo menos 25 previsões bem-sucedidas, nas quais os pacientes morreram horas após o gato sentar ao lado de seus leitos. Após a equipe da casa de saúde ter percebido a capacidade de Oscar, eles começaram a alertar as famílias sempre que o gato assumia seu posto próximo ao paciente. A maioria das famílias tolerava ou mesmo agradecia a sua presença, apesar de Oscar ficar estressado se forçado para fora do quarto de um paciente morrendo, miando atrás da porta.
Histórias de animais com habilidades notáveis não são raras. Há muito tempo existem histórias de cães que detectam vários tipos de câncer com seu faro. Um estudo comprovou depois que os cães podiam sentir evidência de câncer de bexiga ao farejá-lo na urina. Algumas pessoas que sofrem de epilepsia grave usam cães especialmente treinados fornecidos por instituições de caridade. Esses cães avisam seus donos sobre convulsões iminentes, dando lambidas ou fazendo algum outro sinal. Uma mulher disse que seu cão regularmente lhe dá um aviso com antecedência de 40 minutos, permitindo que ela vá para um local seguro para não se preocupar com perigos quando ela tem convulsões.
Uma pergunta comum sobre animais que pode ser considerada através da óptica da etologia é se os animais têm capacidades sensitivas especiais. Por milhares de anos foram difundidas histórias sobre animais que prevêem terremotos. Um pouco antes do tsunami de 2004 que arrasou partes do sudeste da Ásia, muitos animais exibiram um comportamento estranho ou correram (ou voaram) para terrenos mais elevados. De acordo com alguns depoimentos, os trabalhadores de resgate encontraram um número surpreendentemente baixo de animais mortos.
Extraído do Site Sobrenatural = http://www.sobrenatural.org
Minha foto
Sou Arqueólogo, Professor de Ciências da Religião e Pesquisador de Ciencias ocultas. Tenho visitado ao longo dos anos, muitos templos religiosos em varios paises. Procuro a verdade e quero compartilhar meus estudos sobre o comportamento filosófico e religioso de povos e comunidades, que tem a fé, como sustentaculo de sua existência tridimencional. Atualmente, estou montando um acervo digital com vários artigos e livros, para auxiliar bacharéis, em defesa de teses de mestrado e doutorado em ciências da religião ou simplesmente para o aprimoramento, conhecimento ou curiosidade sobre o tema. Se quiser me contatar para aprofundar-se em pesquisas religiosas, ou simplesmente solicitar artigos ou livros, envie-me um e-mail. Tenho perto de 50.000 ítens ( desde religião primitiva até a nova ordem mundial ).

CLARIVIDENCIA SONAMBÚLICA

Na clarividência sonambúlica, é a alma que vê.
[9a - página 232 questão 428]
O desenvolvimento maior ou menor da clarividência sonambúlica depende da organização física e da natureza do Espírito encarnado. Há disposições físicas que permitem ao Espírito desprender-se mais ou menos facilmente da matéria.
[9a - página 234 questão 433]
Mesmo sendo a clarividência sonambúlica a de sua alma, o sonâmbulo não vê tudo e tantas vezes se engana. Primeiramente, aos Espíritos imperfeitos não é dado verem tudo e tudo saberem. Não ignoras que ainda partilham dos vossos erros e prejuízos. Depois, quando unidos à matéria, não gozam de todas as suas faculdades de Espírito. Deus outorgou ao homem a faculdade sonambúlica para fim útil e sério, não para que se informe do que não deva saber. Eis por que os sonâmbulos nem tudo podem dizer.
[9a - página 233 questão 430]
Ainda menino, Emanuel Swedenborg teve as suas visões. Mas êsse delicado aspecto de sua natureza foi abafado pela extraordinária-mente prática e enérgica idade viril. Entretanto, por vêzes veio ela à tona, em tôda a sua vida e muitos exemplos foram registrados, para mostrar que possuía poderes geralmente chamados "vidência a distância”, no qual parece que a alma deixa o corpo e vai buscar uma informação a distância, voltando com notícias do que se passa alhures. Não é uma peculiaridade rara nos médiuns e pode ser comprovada por milhares de exemplos entre os sensitivos espíritas; mas é rara nos intelectuais e também rara quando acompanhada por um estado aparentemente normal do corpo quando ocorre o fenômeno.
Assim, no conhecidíssimo caso de Gothenburg, onde o vidente observou e descreveu um incêndio em Estocolmo, a trezentas milhas de distância, com perfeita exatidão, estava êle num jantar com dezesseis convidados, o que é um valioso testemunho. O caso foi investigado nada menos que pelo filósofo Kant, que era seu contemporâneo.
[95 - Capítulo: A História de Swedenborg]
Ver também:
Andrew Jackson Davis
Ciência e Espírito
Clariaudientes
Desdobramento no sono artificial
Mediunidade espontânea
Pneumatógrafos
Vidência
Visão do sonâmbulo
Visão e Audição

Como posso ter uma experiência fora do corpo?

Como posso ter uma experiência fora do corpo?
IntroduçãoVocê deve saber sobre as experiências fora do corpo (EFC) por causa de um programa de TV, de um artigo, ou talvez já tenha realizado essa experiência. Por séculos, esses estranhos fenômenos fascinaram médicos, cientistas, teólogos e teoristas amadores. Geralmente, as EFC são associadas a doenças ou incidentes traumáticos, mas em 24 de agosto de 2007, pesquisadores britânicos e suíços publicaram estudos no jornal acadêmico Science descrevendo como pode ser possível uma EFC em pessoas saudáveis.
Foto cedida por DreamstimeDurante uma experiência fora do corpo,
as pessoas sentem como se observassem
os seus corpos físicos através
de uma perspectiva externa
Os experimentos dependiam de descobrir o que faz o cérebro de uma pessoa saber que ela se encontra dentro de seu corpo físico. É basicamente o sentido da visão ou vários sentidos e outros processos têm de trabalhar juntos? Se uma pessoa é capaz de sair de seu corpo, olhar ao redor e ver seu próprio corpo como um observador externo, o que aconteceria? Ela ainda se sentiria dentro de seu corpo físico ou sua percepção própria mudaria para onde seu ponto de vista, os seus "olhos", estivessem posicionados?
Para responder a essas questões, os pesquisadores britânicos do Instituto de Neurologia da University College London conduziram dois experimentos. No primeiro, os voluntários sentaram em cadeiras e colocaram telas de vídeo na frente de seus olhos. A tela projetava imagens de duas câmeras localizadas a cerca de 1,2 metro atrás do voluntário. Cada câmera servia como um olho, uma projetava do lado esquerdo da tela e a outra, do lado direito. O efeito foi que o participante via uma imagem de um ponto de vista de 1,2 metro atrás de suas próprias costas.
Depois, um pesquisador ficou na frente das câmeras para que parecesse estar perto do "corpo virtual" do participante. Dessa posição, ele tocou ao mesmo tempo o peito do participante e seu corpo virtual com um bastão de plástico. O resultado foi que os participantes sentiram que estavam em seus corpos virtuais, apesar de terem sentido o toque do bastão. Muitos descreveram a experiência como sendo engraçada ou estranha.
O segundo experimento usou sensores de suor para medir as reações emocionais do participante. Na frente das câmeras, um pesquisador balançou um martelo em direção ao corpo virtual do participante. Os sensores mostraram que o participante ficou com medo de ser realmente atingido pelo martelo.
Pesquisadores da Suíça conduziram o terceiro experimento no Laboratório de Neurociência Cognitiva na Ecole Polytechnique Federale. Eles mostravam aos voluntários uma das três projeções em 3-D: um bloco, um boneco ou o próprio corpo do voluntário. Depois, alguém tocava as costas do voluntário enquanto outra pessoa tocava a parte de trás da projeção com um bastão, isso acontecia simultaneamente em alguns casos. A seguir, os pesquisadores vendaram os voluntários, os viraram para trás e removeram a venda. Quando pediram que eles voltassem para a posição inicial, as pessoas que tiveram suas costas tocadas ao mesmo tempo que tocaram a imagem de seu corpo se moveram para onde a projeção estava, e não para onde elas estavam inicialmente. Aqueles que observaram o boneco ou o bloco serem tocados voltaram para a posição correta.
Na próxima página, vamos ver o que significam esses resultados e o que eles nos dizem sobre as causas das EFC.